domingo, 19 de abril de 2009

Anjos Solidários


Inicio com o trecho de uma música:

“Manda teus anjos, sobre nós, e abençoa todos que esperam em vós
Manda teus anjos, senhor, pra nos ensinar, a te louvar e glorificar.”

Hoje em especial, uma homenagem a esse grupo de pessoas que se solidarizaram e deram o GAS, ou seja o máximo de si, para levar a boa nova, através de uma ação social - distribuição de chocolates para as crianças da comunidade do bairro Fé em Deus.

Se é uma comunidade carente? Sim. Mas, não me refiro a carência de dinheiro, de alimento, de saúde, de educação, afinal cerca de 80% de pessoas no Brasil vivem e passam por essa situação. Falo da carência, ao direito de carinho, de oportunidade, de atenção e principalmente de amor e respeito.

No momento em que os jovens do Santuário da Conceição se dedicam a fazer algo, em prol de outra comunidade e de pessoas desconhecidas, eles se tornam especialmente anjos. Solidários ou voluntários. Não importa.
Nesse instante nada é tão especial e agradável que o sorriso, a alegria e o muito obrigado (a) expresso em cada olhar de cada pessoa ajudada. Este com certeza é único e de valor incalculável. Refiro-me pois é assim que repercute e estendente-se a satistação de cada integrante do Grupo Anjos Solidários.

Portanto, neste nosso artigo especial, expressamos a nossa imensa alegria em ter cada um desses “ANJOS” contribuindo e colaborando, com união e amor para o crescimento espiritual de nossa paróquia. Fazendo assim, valer os ensinamentos de Jesus Cristo e mostrando que o sacrifício dele para nos salvar, não foi em vão.

PASCOM do Santuário Nossa Senhora da Conceição

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Carregue a tua cruz e ame imensamente Jesus


Não existe uma vida com realização sem sacrifício.

São muitos questionamentos feitos por cristãos e leigos, desde a morte e a ressurreição de Cristo há 2.000 anos. São histórias passadas de pais para filhos, algumas inventadas, outras são reais. Impossível mesmo é afirmar com tanta convicção, mesmo porque, a igreja conta as histórias da bíblia, da própria história e tudo a partir, de uma visão científica / humana.

A realidade compete aos homens, que no decorrer da história construíram e destruíram o sentido real da morte e ressurreição do Filho de Deus. Seu sangue sagrado e suas palavras são tão benditas, que ao serem pronunciadas provocam diversas reações, sentimentos de amor, de alegria, de crítica, de revolta e de coisas ruins que não cabem no texto. Por mais que as pessoas não acreditem ou duvidem de alguns dogmas da igreja, por exemplo, o fato de ter imagens na igreja católica.

Será que isso faz dos cristãos católicos adoradores de imagens? Ou quem sabe, porque realmente a inquisição levou a morte de tantos homens e mulheres? Talvez o histórico da igreja não seja tão bom assim, mas isso será detalhado em outro post, mesmo porque, a intenção deste, é colocar em xeque a vida, a fé que se une em único gesto de amor, a morte de Jesus na cruz.

Com a morte de cruz, Jesus mostrou a lei fundamental da existência humana: aquele que se apega a sua vida, perde-a; e quem renuncia sua vida neste mundo, a guardará para uma vida eterna. Sabiamente, o Papa declara aos jovens, em celebração na Praça de São Pedro na diocese de Roma no Domingo de Ramos.

Só o abandono de si mesmo, só no dom desinteressado do eu a favor do tu, só no, SIM, à vida maior, própria de Deus, também a vida de cada um chega a ser ampla e grande.

A Cruz, portanto revela o mistério do amor, pois este significa abandonar-se a si mesmo, doar-se, não querer possuir a si mesmo, mas ser livre: não prender-se a si mesmo, mas olhar adiante, para o outro – para Deus e para os homens que ele envia.

Esta verdade não deve ser vista como algo abstrato, mas que na realidade concreta, não se trata simplesmente de reconhecer um princípio, senão de viver sua verdade, a verdade da cruz e da ressurreição.

O grande "SIM" do momento decisivo da vida de cada ser humano – deve ser cotidianamente reconquistado nas situações de todos os dias. A uma nova vida reta, pertence também o sacrifício, a renúncia. Quem promete uma vida sem este sempre novo dom de si, engana as pessoas. Aceitar, portanto, a cruz na própria vida, explicou Bento XVI aos jovens, supõe que a glória de Deus, sua vontade é sempre mais verdadeira que o pensamento e a vontade de qualquer pessoa.

A vida, morte e ressurreição de Jesus são para nós a garantia de que podemos verdadeiramente confiar em Deus. É desta forma que se realiza seu Reino. Este sinal da cruz, vai de um lado a outro do mundo, de mar a mar. E nós acompanhamos. Progredimos no caminho e encontramos assim nosso caminho.

Quando tocamos a Cruz, e mais, quando a levamos, tocamos o mistério de Deus, o mistério de Jesus Cristo. Portanto, carregue a sua cruz, lembrando que todos os pecados, só dependem da tua atitude. Jesus apenas disse: Amai-vos uns aos outros como eu vos amei.

Ps: Texto adaptado e explicativo do site zenit.com do dia 05.04.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

A fé move montanhas...


Muitas pessoas acreditam que a fé realiza todos os propósitos desejados, por exemplo, um novo emprego, um casamento feliz, um carro novo, um bom cargo na empresa, um sorteio de uma casa e muitos outros, porém, isso é apenas estado de espírito. As pessoas se concentram positivamente em seus objetivos e conseguem, mesmo a longo prazo, tudo que desejam, porque elas ficam alegres e criam expectativas boas. Mas, a fé meus caros, vai além de uma felicidade de bens materiais. Ela está associada ao ser mais supremo de todo o universo, nosso amigo, nosso pai, Deus. Ele que desde o início, criou o céu e tudo que está sobre a terra (animais e vegetais). O problema foi a ganância do homem, pois ele é uma pessoa cheia de maus sentimentos.

Mas, o pai é tão perfeito que sempre perdoou e ele ama tanto suas criações e criaturas, que enviou o seu filho unigênito para salvar através de seus ensinamentos em vida, morte e ressurreição. Segundo a bíblia, o apóstolo Paulo define a fé, como sendo: “... o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem”. (Hebreus: 11,1)

A exegese, ou seja, a interpretação profunda de um texto bíblico, jurídico ou literário, definiriam a fé como o fundamento das coisas que não se explicam por causas naturais, por causas replicáveis com efeitos idênticos. Assim, a explicação lógica dos fenômenos naturais e qualquer tipo de formulação racional seriam, em si mesmas, provas da existência de Deus. Portanto,uma maneira de se afirmar que a fé na razão seria a fé em Deus.

Quanto mais se pensa na separação entre razão e fé, mais difícil ela se torna.A diferença essencial, portanto, seria a crença ou não na presença permanente de um amigo humano, querido e sempre solidário, com uma existência muito próxima e concreta.

A fé tornou-se um assunto polêmico, principalmente por se tratar de algo abstrato (ninguém vê, ou toca), é um sentimento, que quando transformado em amor ao próximo e a Deus, a vida fica mais harmoniosa, seus amigos lhe reconhecem pelas suas boas atitudes, sua família percebe sua dedicação, e no serviço você é valorizado ainda mais, só que agora, pela sua competência.
Quando isto acontecer com você, apenas reconheça e agradeça a Deus, pois ele te carrega nos braços, nos mometos mais difícieis...

Mas, pra você, em que consiste a sua fé?